Bruxarias

Bruxarias

As bruxarias Tradicionais é o Caminho Sem Nome da Arte Mágica. É o Caminho da Bruxa, o chamado do coração que indica a vocação do Homem de Conhecimento e da Mulher Sábia; Definitivamente é o Círculo Secreto de Iniciados constituindo o corpo vivo da Antiga Fé.

Seu ritual é o Sabbat do Sonho-feito-Carne. Seu mistério jaz no Solo, abaixo dos pés Daqueles que trilham o caminho tortuoso de Elphame.

Arte Mágica

Em síntese sua escritura é o caminho dos Homens de Conhecimento e fascinadores, o tesouro da tradição relembrada por Aqueles que honram os Espíritos; é a gramática do conhecimento sussurrado ao pé do ouvido, amados por Aqueles que mantém sagrados os segredos dos mortos e confiados Àqueles que olham sobre adiante… As respostas a quem pergunta sobre a Bruxaria Tradicional jazem na suas terra nativa: Bruxarias o Círculo da Arte das Artes!”

Círculo da Arte das Artes

Tais são os meus pensamentos sobre essa questão e como tais eles são somente meus e, não menos do que isso, dessa forma eles são os pensamentos de um homem que caminhou muitas vezes em volta do círculo do povo astuto.

Em suma para a questão “o que é Bruxaria Tradicional?” há tantas respostas úteis quanto há praticantes desta crença misteriosa. Não há uma resposta direta somente para tal indagação e é a maravilhosa diversidade de respostas possíveis que os genuínos praticantes;

Irmãos praticantes Bruxarias

Portanto oferecem que é, para mim, mais atraente. O escopo de práticas e crenças que o nome “Bruxaria Tradicional” abrange é desconhecido e deve assim permanecer para sempre; e, todavia, se uma percepção dessa diversidade puder ser alcançada por um discurso,

nós podemos então talvez intuir a natureza secreta que nos unifica a todos.

Em conclusão quando me refiro acima para “respostas úteis”, eu quero dizer especificamente aquelas respostas que possam ser de uso e valor diretos para irmãos praticantes.

Bruxarias

Pois o espírito no qual esse discurso é entendido é aquele que possa ser de préstimo para cada um de nós todos para os quais a questão é endereçada. Contudo, existe um certo número de pessoas que pode prestar contas sobre a natureza da Bruxaria Tradicional.

Tais adeptos são, em verdade, poucos e discretos. Durante tempos recentes tem havido uma evidente mostra da superfície da Arte Antiga no domínio público da literatura publicada, livros e artigos.

Bruxaria

Esta atividade pública é o eco de um reerguimento interno de conhecimento. A florescência da Fé Antiga está tornando público a sua essência vital, fervendo os canais subterrâneos da prática mágica, subvertendo o seu poder para as veias que se entranham pela terra,

alimentando e nutrindo a terra verdejante de Albion novamente.

Pois nós que partilhamos do Mistério da Fé Antiga somos os guardiões da terra: nosso conhecimento é o arcano do seu coração e também do nosso.

Tradição das Bruxarias

À este caminho nós devemos ser fiéis! A manifestação pública da Fé Antiga não tem aparecido de um modo uniforme, ao contrário, tem exibido uma variedade estimulante de formas.

A estes vários canais da Tradição alguém pode se referir como “costumes” do Antigo Rito; cada um diferindo de acordo com o Mestre ou Mestra responsável pela distribuição do seu conhecimento.

Feitiçaria prática

Alguém poderia pensar que a existência da literatura pública disponível indicaria a tendência rumo um enfraquecimento – uma diluição – da essência espiritual da Tradição, mas este não tem sido o caso.

De fato, exatamente o contrário é que é verdade: a direção é rumo a um alargamento e aprofundamento na riqueza espiritual da Fé Antiga.

Técnicas mágicas

A Arte Antiga está emergindo como um Caminho que possui uma amostra de aspectos diversos, estendendo-se da feitiçaria prática gerada no nível da magia popular – as artes dos homens de conhecimento e fascinadores – até o espectro de técnicas mágicas apreendidas,

alcançando em apoteose as alturas de um genuíno misticismo.

Com o intuito de esclarecer esta diversidade é útil citar e dar um breve resumo de tradições exemplares e específicas que estão na vanguarda do nosso presente ressurgimento: Bruxaria.

Bruxarias Negra

O Caminho dos Oito Ventos: este é o ressurgimento Anglicano Oriental da Arte sem Nome exposto por Nigel Pennick. Essencialmente, representa uma escola específica de prática mágicka, derivada do caminho iniciático de “Sigaldry”, uma tradição de conhecimento rúnico,

incorporando tanto elementos pagãos quanto cristãos em uma síntese mágica coerente.

Seu modo de sucessão é, de acordo com Pennick, passado de mestre para discípulo e é perpetuado por transmissão de conhecimento tanto oral quanto escrito.

Magic

É importante notar que no seu livro Secrets of East Anglican Magic, é feita uma referência à Antient Order of Bonesmen, à fraternidade mágica de cultuadores de cavalos e aos mistérios solitários dos homens e mulheres-sapos.

Estas são outras formas de práticas mágicas ainda operativas nas mesmas regiões e às quais podem ser referidas, em termos generalistas, como “Bruxaria Tradicional.”

Bruxaria Tradicional

Via Nocturna: a Convenção do Espírito da Caça. Este é o caminho iniciático de ensinamentos da Sabedoria exposto por Nigel Aldcroft-Jackson, o Magista Janus ben Azazel. Seus ensinamentos são derivados de transmissões de conhecimento tanto orais quanto escritas e,

no seu conjunto, constitui uma síntese de muitos diversos aspectos de tradições de bruxaria.

Aspectos de tradições de bruxaria

Em resumo, o núcleo central da Convenção é revelado dentro de um estado de gnosis mágica no qual o buscador se incumbe da peregrinação espiritual noturna para o Sabbat. A Via Nocturna é, portanto, o conclave invisível de iniciados reunidos através de uma paridade de experiências dentro de um transe extático.

Sua sabedoria é acessível para aqueles que passaram pelos portais transliminares deste mundo e os quais já empreenderam a noite-jornada iniciática para os reinos oníricos da orgia sabática.

Este caminho particular de Bruxaria Tradicional é notável em sua contribuição para o que pode ser chamado de “Misticismo Witânico”, o corpus de conhecimento derivado diretamente da experiência gnóstica da formulae sabbática.

Na sua contribuição para este campo de ação, a Convenção tem sido instrumental em extrapolar a essência mística interior dos ensinamentos de várias outras práticas da Arte, mais importante talvez do que aquelas do Clã de Tubal-Cain.

Tradição de Prática da Bruxaria

O Clã de Tubal-Cain: esta é a Tradição de Prática da Bruxaria perpetuada pelo recentemente falecido Robert Cochrane. De acordo com Cochrane, o Clã era o corpo de iniciados cujos mitos e métodos de prática oculta derivam das antigas bruxas nórdicas.

É notável que os componentes da sua construção mítica mostram evidências da influência das últimas fontes daemonológicas medievais, especialmente em consideração aos Ensinamentos que concernem a descida dos
Guardiões, o papel de Tubal-Cain e a reverência dada a ele como preceptor da genealogia iniciática, ou sangue bruxo.

Influência criativa

A importância da contribuição do Clã para o desenvolvimento contínuo da Bruxaria Tradicional é evidenciado na influência criativa que foi trazida para conduzir para aqueles que foram diretamente envolvidos neste trabalho.

O maior pioneiro é Evan John Jones, que tem feito muito serviço para esclarecer vários aspectos dos Ensinamentos do Clã, especialmente aqueles que rodeiam as formas míticas do Castelo, da Caveira e da Rosa, e do Cabrito no Bosque Sagrado, bruxaria.

A Feitiçaria do Caminho Tortuoso

Cultus Sabbati: este é o nome adotado por razões de comunicação e identidade entre diferentes grupos de iniciados em tradições de Bruxaria sem nome. Na sua presente forma, o Cultus é servido pelo autor desse tratado no papel de seu Presidente Magista.

Bruxarias

Como tal eu vou procurar descrever seu nome e função com a objetividade cabível. O Cultus opera como veículo para a transmissão da Corrente Mágica.

Quitessencial e é ativo no ressurgimento da prática mágica referido em trasmissões orais, rituais e escritas como A Feitiçaria do Caminho Tortuoso

Dentro do Cultus várias práticas da Arte estão em operação concomitante; isto é refletido na estrutura dos seus grupos constituídos.

Estes grupos incorporam o contexto de trabalho tanto de covens quanto de círculos menores de trabalho; a ênfase dos grupos se dá na autonomia de cada iniciado.

Uma importante função do Cultus

Sob o mesmo ponto de vista uma importante função do Cultus é servir como um mediador para a confluência dos seus forças mágicas de poder.

Apesar deste campo de operação estar presentemente centralizado dentro do condado de Essex, Em conclusãoo Cultus conhece um número de linhas iniciáticas trans-culturais de sucessão desde os arredores do país até além Simultaneamente dele.

Os ensinamentos de sabedoria centrais são passados adiante tanto oralmente quanto ritualmente, em contrapartida através da Feitiçaria Transcendental e da Gnosis dos Mistérios Sabbáticos.

Estes são apenas quatro formas de expressão da Fé Antiga, mas a sua diversidade é o testamento da rica estrutura da Espiritualidade Mágica Britânica.

Espiritualidade Mágica Britânica

A validade histórica destes quatro exemplos de “Bruxaria Tradicional” não é bem o meu encargo afirmar ou questionar, mas, por outro lado, o impulso criativo diáfano que eles geram são, para mim, a mais valiosa forma de autenticidade, independentemente de qualquer outra coisa.

Espiritualidade

Há uma impressão notável de insights e sincretismos criativos concedidos pelos trabalhos publicados sobre estes exemplos e isso serve para futuras “respostas” à minha questão inicial.

É típico dos genuínos homens-de-conhecimento utilizar o que quer que esteja à mão e mudar o rumo de todas as influências.

Procedência religiosa

independentemente da sua procedência religiosa, para as causas secretas da Arte. É por isso, então, que a Arte Antiga adota para si mesma uma grande opção de atitudes e métodos, estendendo-se desde simples tópicos de feitiçaria até às mais altas formas cerimoniais de conjuração Bruxaria.

Cerimoniais de conjuração Bruxarias

Em todos os contextos, qualquer um pode achar partes de crenças e conhecimentos mágicos de muitos tempos e lugares diversos, mas todos são achados para funcionar dentro da arena trans-histórica da dimensão sagrada, quer seja o círculo mágico da Bruxaria, quer seja o canteiro nônuplo de Sigaldry.

Desde as suas raízes na magia popular, em todos os seus muitos aspectos, a forma da Bruxaria Tradicional está continuamente se desenvolvendo e é neste respeito que alguém pode perceber as trajetórias em suas próprias possibilidades.

Verdadeiro ensinamento

A paisagem espiritual da Arte está sendo moldada, através do poder da bruxaria sua própria corrente, por uma potente estética de ecletismo mito-poético; a sua rica variedade de conhecimento ancestral está alcançando uma nova definição de forma,

culminando no refinamento de uma profunda metafísica de êxtase: um verdadeiro ensinamento de sabedoria de  gnosis mágica.

Isto pode ser visto como um desenvolvimento natural de bruxaria m estágio de prática religiosa para um nível mais sofisticado, Nesse meio tempo; ou ainda – de um ponto de vista iniciático – pode-se perceber a emergência de um Misticismo Witânico através do oportuno desvelamento do conhecimento que tem sido o coração da Tradição.

Pois assim como o fogo queima brilhantemente no centro do círculo, também nós e o círculo devemos girar eternamente ao redor do nosso eixo através das muitas estações do Tempo e Destino e através da dimensão sagrada da arte da bruxarias,

nós nos aproximamos mais do centro atemporal no meio da mudança do aeon e da hora.

Pensamento místico

É possível que alguém perceba um desenvolvimento em direção às aparentemente abstratas alturas do pensamento místico que esteja ocorrendo em rejeição da simples herança do “bom povo de Elphame” que viveu antes de nós, mas não é assim.

Na minha opinião e como exemplo, a meada da bruxaria – a corda atada – pode ser tanto para cura quanto para ferir e também para a tarefa mística de contemplar os estados da alma.

O horizonte do círculo é sem limites e a extensão da nossa real iniciação é mensurada somente pela nossa própria auto-limitação dentro do seu limite infinito.

Para retornar à questão inicial deste discurso e para seguir outro caminho através do labirinto, deixe-nos considerar a Bruxaria Tradicional, seus nomes e sua significância em discussões gerais sobre magia,

também os significados pelos quais o seu Caminho é perpetuado.

Práticas pagãs mágicas e religiosas

Em termos gerais e através deste artigo a “Bruxaria Tradicional” refere-se às práticas pagãs mágicas e religiosas que têm sido transmitidas desde pelo menos o começo do século vinte. Geograficamente,

o termo implica à magia popular britânica do passado e contemporânea, mas pode se estender para abarcar crenças e práticas de proveniência européia, principalmente do norte da Europa.

A despeito da bruxarias demarcação espacial assumida em razão deste discurso, a Fé Antiga possui formas inumeráveis e pode ser vista em muitas regiões da Terra.

Além disso, as influências culturais que caracterizam formas antigas e modernas da Bruxaria Tradicional na Bretanha são muitas e diversas,

caracterizando marcas de conhecimento que testemunham uma mescla de métodos iniciáticos provindos do mundo todo.

Literatura esotérica

Na literatura esotérica, histórica e literatura esotérica antropológica da última metade do século XX, o termo Bruxaria Tradicional é geralmente usado para se referir às práticas de magia popular que antecedem,

De acordo com correm ao lado de, aos ressurgimentos modernos ou “reformados” da prática da Arte.

De acordo com forma moderna de Bruxaria é conhecida genericamente como “Wicca”, apesar de se dever notar que muitas variações deste Nesse meio tempo; movimento modernos existem e são chamados por muitos outros termos.

Wicca

Em distinção à “Wicca”, a Arte Antiga é referida pelos seus adeptos como ‘Weikka’; este termo é freqüentemente na linguagem da Arte como ‘Wytcha’ – que dizem significar “A religião dos feiticeiros”.

Outras conexões e derivações úteis são as seguintes: da língua anglo-saxã wicce/wicca – bruxarias ‘witch’, wiccian – “fazer um feitiço’, witte – ‘wise’, wittan – “ser sábio’; do germânico antigo Wikkerie – ‘Witchery’; do islandês vita – ‘saber’; vikti.

exorcizar

Um mago’ do sueco wika ,’dobrar, girar do norueguês  Nesse ínterim;  desviar, desconjurar, exorcizar’ do anglo saxão ‘tornar malévolo wicked  ser malévolo’ e também se além das barreiras do consenso mortal de percepção.

Muitas discussões são feitas sobre tais palavras e nomes; Em conclusão isto pode ser útil para o praticante desde que possa encorajá-lo a ver novas perspectivas sobre o caminho,

mas quando isto não pode ser feito tais discussões são irrelevantes para aqueles engajados na prática da Arte.

As pessoas deveriam prestar atenção para o que é útil dentro do círculo e o que não é.

Em síntese certos escolásticos da academia convencional Simultaneamente tem alegado que a palavra Wicca era usada originalmente apenas em sentido pejorativo,

ou seja, como um termo de abuso ou insulto contra qualquer desafeto ou suspeito de malefício ou magia negra, e ficou, de fato,

fora de uso sob qualquer forma que fosse até o movimento da bruxaria moderna.

bruxaria moderna

Apesar de tudo, em suma pode-se citar o uso não-pejorativo de derivações conectadas tais como witan “saber” Nesse ínterim Igualmente em vários exemplos históricos.

Entretanto, a despeito destas alegações, bruxarias deve ser dito que a palavra derivada Wytcha esteve em uso durante o século vinte entre certos descendentes contemporâneos das tradições dos homens-de-conhecimento em Essex.

Quer o termo tenha sido transmitido através de séculos de prática secreta Definitivamente;  ou retomado como um nome de identificação apenas no dia de ontem,

Portanto é pertinente falar sobre algumas das razões para o seu uso atual.

Da perspectiva do praticante, portanto a adoção deste termo é um meio auto-consciente de expressar a sua identidade como pertencente aos Homens-de-Conhecimento, como “Aquele que Sabe”,

Nesse meio tempo portador do sangue bruxo e também como um iniciado na verdadeira tradição bruxa. Além disso, sendo que wytch significa “curvar ou girar” é um termo apropriado em se considerando a natureza “tortuosa” do caminho dos feiticeiros bruxarias.

Caminho dos feiticeiros

Em conclusão o uso pejorativo de wicca for aceito, então o uso presente do Wytcha também desse ser. O Homem da Arte move-se no limiar da sociedade; ele caminha dentro do mundo da Humanidade, mas na verdade está fora dele.

Um caminho de culpa e da blasfêmia será apagado quando alguém se mover além dos parâmetros normativos da sociedade.

Além do mais, alguém poderia dizer que ‘Wytcha’ é simplesmente a pronúncia correta da palavra anglo-saxã wicca e que é bruxarias  usada auto-conscientemente por homens-de-sabedoria contemporâneos Nesse meio tempo; como uma revindicação deliberada de uma identidade única e distintiva dentro do espoco da religião mágica bruxarias Portanto moderna.

Em conclusão tendo-se dito isso, é uma preferência costumeira de tais praticantes usar o termo “feiticeiro” e “feitiçaria” para si mesmo e para a sua Arte ou então, freqüentemente, não usar nome algum.

Enfim outros epítetos em uso para os Práticas Ancestrais da bruxarias Arte são, como mencionados acima, ‘A Arte sem Nome’, ‘A Via Nocturna’, ‘A Arte Sabática bruxarias entre outros.

Enfim estes epítetos podem ser usados em discussões sobre dessa forma magia para dar nome a “algo” que por natureza não tem nome: Por fim

Como resultado nomes são funcionais para propósitos de comunicação e auto-identidade. AFINAL O QUE E bruxarias

 

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As bruxarias Tradicionais é o Caminho da Arte Mágica. É o Caminho da Bruxa, o chamado do coração que indica a vocação do Homem de e da Mulher.
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